O pensamento PSI em sua versão acadêmica padece de uma doença: a etnografia. O pensamento ANTROPOs, doente da diferença, insiste em ocupar o espaço deixado pela abordagem fenomenológica nas pesquisas psicológicas.
Longe de colaborações prenhes de sentido, os híbridos entre as áreas estão impregnados de valorações que camuflam este estranho acordo tão prestigiado pela comunidade de cientistas, inclusive com importantes alocações de verbas das agências fomentadoras. O ETNO e seu retorno ao primitivo versus abordagens fenomenológicas ingênuas.
Poderíamos ter avançado mais!
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